Como a ex-BBB Jaque Khury, mulheres estão colocando próteses mais fartas: confira o antes e depois da modelo
Faz pouco mais de dois meses que a ex-BBB Jaqueline Khury circula com seus novos seios. Ela trocou as próteses de silicone motivada por um convite para posar nua: aumentou de 300 ml para 500 ml. Assim como Jaque, a modelo Caroline Bittencourt turbinou o visual esse ano e substituiu as próteses de 200 ml por novas de 350 ml. Tudo para fazer bonito no carnaval passado..
Não são só as celebridades que desejam seios mais chamativos. A procura por próteses maiores nos consultórios dos cirurgiões plásticos mudou o padrão de atendimento. "É uma nova situação. Hoje não posso colocar volumes pequenos como fazia há cinco anos. Estamos partindo de próteses com mais de 200 ml como básicas, para começar", diz Wanda Elizabeth Correa, coordenadora da comissão de silicone da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
Até a década de 90, as próteses grandes eram raras no Brasil. Desde então, a média utilizada saltou de 150 ml a 180 ml para 200 ml a 300 ml, segundo estima Carlos Alberto Komatsu, presidente da regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. "Hoje a tendência é ser maior", diz ele. As próteses mais modernas, de terceira geração, impulsionaram o aumento dos seios por serem mais seguras e endurecem menos ao longo do tempo.
As novas próteses são tentadoras mesmo para quem está com a anterior em perfeito estado. É o caso de Jaque, que queria seios mais juntos que os antigos, colocados em 2001 com o primeiro dinheiro que ganhou trabalhando como modelo. Segundo Wanda, a maioria das trocas de silicone acontece por insatisfação com a estética, como o tamanho insuficiente, e não por problemas ou complicações. "São pacientes que colocaram anos atrás e agora acham o peito pequeno", explica ela.
A plástica nos seios é a mais popular no país e o número de procedimentos continua aumentando. "Estamos colocando próteses mais do que nunca", diz Wanda. O Brasil é o segundo maior consumidor de silicone do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.
Jaque espera que suas próteses fiquem mais naturais nos próximos meses, após o período de adaptação, mas acredita que nem sempre as mulheres esperam um look convencional. "Minha amiga colocou para ficar com o seio em forma de bola mesmo", conta a ex-BBB.
Enquanto a tendência é aumentar o decote, os médicos alertam que não é possível colocar uma prótese muito grande de uma vez. O cálculo do silicone adequado depende do tamanho do tórax e dos seios naturais para que a pele aguente o volume novo. "Se exagerar vai ter estrias e a chance de uma rejeição ou infecção é maior", explica Komatsu, que garante já ter dispensado pacientes que não acataram os limites de tamanho. "O erro dos médicos é aceitar o que a paciente quer", completa.
A CARMED lhes deseja uma ótima cirurgia!
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